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Rota das férias: Estudos bíblicos de janeiro 2026

Eventos Jan 20, 2026 7:24:09 AM Igor Freire 28 min read

Nessas férias de janeiro em 2026 fizemos um intensivo de estudos nos 4 sábados do mês com temas que trazem a centralidade de Cristo em nossas vidas e esvazia o nosso eu para que Ele viva em nós plenamente, os temas são:

  • Fundamentos do Cristão
  • Liberdade que há em Cristo
  • Princípios divinos para a humanidade
  • Domínio que Deus deu ao homem para reinar

 

 

Vamos aprender?

Se perdeu esse evento veja um resumo dos ensinos.

Só clicar na seta de cada tema
Fundamentos

FUNDAMENTOS

Introdução

  1. O que é ser alguém espiritual?
  2. Cite alguém que você considera espiritual
  3. Qual é o auge da espiritualidade?

    Dinâmica

  1. Citem exemplos do auge de sua espiritualidade de:
    1. Moisés: (Correto: Ex 32:7-14)
    2. Elias: (Correto: I Re 19:19)
    3. Errado: Milagres e Maravilhas.

Problemática

Quem aqui já convidou alguém para ir a igreja e ouviu uma resposta semelhante?: " Sim, estou precisando ouvir/receber uma resposta/benção de Deus."

Nos tempos dos patriarcas e sacerdotes o que se ouvia de resposta mediante um convite desse seria: " Irei, o que devo sacrificar?"

  • A palavra culto que utilizamos hoje foi pela primeira vez mencionado em Êxodo 12:25 onde no hebraico "Iabowdah" significa: "Trabalho, serviço (de servo ou escravo)", Em Rm 12:1 o culto mencionado vem do grego "latreira" que significa: "Serviço prestado por pagamento"

Atualmente as pessoas acham que o auge da espiritualidade é uma devoção individual, onde tiramos todo nosso tempo para aspirar de Deus, mas na verdade o auge da espiritualidade é o exemplo de Jesus crucificado em favor dos irmãos, ou seja é soprar nos irmãos, é quando nossa devoção se torna sacrifício em favor dos irmãos. Analise a seguinte situação: Lc 10:25-37

Análise

Efésios 5:18:21 - "Enchei-vos" como? "Falando entre-vos" = não é sobre aspirar o sopro de Deus, é sobre soprar nos outros aquilo que Deus nos encheu para ser compartilhado.

Na prática soprar é inspirar os outros.

Como você interpreta a parte b de texto em EF 4:2? ("suportai- vos") = ser suporte de alguém. No grego é "anechomai" (G430) que significa nesse contexto o ato de acolher. Além disso, o verbo "suportar" (anechō) realça a ideia de que os membros do corpo de Cristo devem ajudar-se mutuamente a superar ofensas e fraquezas. Concordância: Rm 15:1-3

Atividade

Encontre o que tem em comum em todos esses milagres:

  • Eliseu: II Reis 2:19-22 e II Reis 4:1-7
  • Moises: Ex 14:10-31
  • Dica facil Jesus: Mt 14:12-23 e Moises Hb 11:25-27

Impasse

Tá, mas eu não tenho essa autoridade e nem os dons que esses homens tinham, ainda me falta espiritualidade?

Aprofundando

Analisemos esses textos EF 1:3 e II Pe 1:3: "Nos tem abençoado com toda a SORTE de bençãos espiritual" e "nos tem sido dada todas as coisas", essas palavras provam que Deus já nos deu tudo, completamente tudo para soprarmos nos outros, assim como termina o texto em II Pe: "pelo conhecimento completo daquele que nos chamou".

 ↳ O poder está em nós, é o conhecimento da palavra vivida no nosso dia-a-dia.

 

Como aplicamos ela?

Hebreus 1:1-3

Em genesis 1:26 mostra que o homem foi criado a expressão exata do seu ser. Mas foi em Jesus, só nele nós conhecemos o ser exato que Deus criou, só por Ele foi possível isso.

  • v.3."Resplendor da Glória":  Resplendor significa luz intensa (vem do grego apaugasma G541), brilho refletido, irradiando-se para fora. Essa luz só é manifesta através das relações, pois é nas relações que vamos mostrar o Pai. Só há luz na comunhão e não na proclamação, por isso é dito que somos luz do mundo. A comunhão é o resplendor da Glória, esse é o Cristo, II Co 5:17-21.
  • v.3." expressão": significa Trazer para fora aquilo que esta dentro, ( grego G5481 charakter reprodução precisa, marca carimbada em um instrumento). Prova que não foi por falar a palavra de Deus, foi por ser a palavra. Colossenses 1:15.

 

Na Prática

Na individualidade proclamo o poder de Jesus, mas nas relações que revelo a natureza de Cristo.

Só na comunhão que Deus ordena e revela seu propósito.

Hb 1:5: Quando vivemos na comunhão o próprio Deus dá testemunho de nós.

Hb 1:6: foi o primogênito que foi introduzido no mundo pois o unigênito foi sacrificado (Jo 3:16 - "unigênito": Deus deu o unigênito antes do pecado para ser sacrificado tornando-o primogênito de muitos irmãos) e o primogênito significa o primeiro de muitos irmãos, pois o sacrifício do unigênito tornou isso possível (Fp 2:6-8 - Jo 1:14), agora todos os irmãos devem sacrificar sua individualidade (Lc 9:23-24) para viver em comunhão com os irmãos assim como o primogênito fez.

Cristo é quem reconcilia os Irmãos para nos tornar a família que Deus projetou no princípio. (Gn 1:27-31, Is 53:6 e I Pe 2:25).

  • Mt 22:34-40: A prova de que amamos a Deus de coração, alma e entendimento é que amamos o próximo como a nós e assim nos tornamos um com Ele, pois quando sacrificamos a nossa individualidade em favor dos irmãos fazemos como Cristo e assim nos tornamos um com Ele, falando, vivendo e sentindo.
  • Jo 13:34-35: Prova que seremos expressão de Cristo amando os outros, pois Ele diz "assim como vos amei". Não por palavras mas sendo.
  • I Jo 2:7-9: Revela que a luz é exatamente a comunhão com os irmãos em amor.
  • Por que será que Deus é tão duro quando se trata do próximo?: I Tm 5:8, Tg 1:27, Tg 4:17, I Jo 4:20, Mt 6:14-15

 

Mas e as relações difíceis? Resposta: Pv 27:17

  • João 21:18: Não trata só de sua morte física, mas o sacrifício de si mesmo em favor dos outros que glorificaria à Deus.
    • "Quando for mais velho o outro..." mostra relações difíceis em convivência de Pedro o qual outro decidiria coisas na vida de Pedro, vesti-lo de vergonha, humilhação, desprezo e ele não deveria salvar a si mesmo, sua reputação, mas sim se "despir da sua Glória" e não do Caráter.
    • "Te levar onde não quer..." onde o orgulhoso não quer ir? Para humilhação. Onde o rancoroso não quer ir? Para o perdão.
    • Para onde não queremos ir é o lugar que Deus nos chama, não evitando aquela pessoa chata, mas sendo molde para ela.

 

Nosso fundamento como Cristão é ser como Cristo que amou a sua igreja e se entregou por ela (EF 5:25) - Então é na comunhão que revelamos nossa espiritualidade, ser gerado Dele e multiplicar essa semente. Isso portanto é o auge da nossa espiritualidade, nosso sacrifício pelos irmãos.

Liberdade

LIBERDADE

Introdução

  • O que é liberdade?
    • Para quem é cristão é a capacidade de dizer "não". Não àquilo que acorrenta nossa liberdade.
    • Quem é realmente liberto? Um jovem do mundo que pode fazer tudo e está suscetível a todas as influências? Ou um jovem cristão cheio de restrições e regras?
      • Por mais contraditório que pareça, o jovem cristão é realmente liberto. Pois o do mundo após se acorrentar em alguns vícios não consegue mais dizer não, o fato de poder fazer não significa liberdade, mas sim o fato de conseguir não fazer mesmo desejando, esse é o poder das escolhas.
    • Essa capacidade é dada para quem tem o Espírito Santo, só Ele nos dá Força para dizer não.
      • Gn 39:6-12 (José e a mulher de Potifar)
      • Dn 1:8 (Daniel e o Rei Nabucodonosor)
      • Hb 11:24-26 (Moises e faraó).
  • Se Deus não nos tenta porque colocou a árvore proibida no jardim? Porque deixou o acesso do trono para os anjos?
  • Se Deus perdoa porque não concedeu do erro dos anjos o perdão?

 

Escolhas e Consequências

  1. Homens criados em Corpo mortal vivendo eternamente pela árvore da vida (Gn2:9, 2:16)
  2. Com pecado perdemos o acesso a eternidade (Gn 3:22-24)
  3. A construção do corpo mortal e a perda do acesso a árvore foi ato de amor, pois viveriamos em pecado eternamente. (TT1:2)
  4. Os anjos foram criados em corpos espirituais que possuem alma (alma éo próprio caráter, inteligência. Mt 28:5, exemplo).
  5. Enquanto os homens são almas que tem corpo e uma outra área dentro da alma onde está o espírito humano. Ou seja, como a alma é quem dirige o ser humano, o espírito e o corpo logo estão dentro dela, a área onde o espirito humano está é um espaço vazio onde o Espírito Santo preenche. O espirito humano e o espírito Santo viram um só com o Senhor, mas não interfere nas escolhas das pessoas, pois se tratá de outro departamento dentro da alma, só se a pessoa permitir que Ele interfira, O Espirito Santo pode influenciar a alma através do ser humano ouvir a palavra de Deus (Salmos 19:7a).
  6. A natureza dos anjos é espiritual (pneumatos) e a natureza dos homens é psíquica (psiquê). 
  7. Sendo assim, se o espírito do anjo peca, já está na eternidade devido sua alma estar no espírito, não eleitos, mas se a alma de um homem peca, o corpo morre pois não é eterno, e isso o dá a chance de ele decidir ressuscitar para eternidade. Os homens foram criados com corpo mortal (Gn 2:7, Ec 2:7a) se mantendo na eternidade através da árvore da vida (Gn 2:8-9) até o dia que pecou. Os anjos já estão no estágio final, mas os homens só chegarão no estágio final após a ressurreição, por isso ainda há escolha.
  8. Em Levítico 25:29-30 é uma tipificação sobre o homem, o comprador do versículo é Satanás, a casa é a nossa alma e o muro é o corpo. Então, enquanto a alma estiver no corpo esse será o período do ano aceitável, o qual Cristo veio pregar (Is 61:1-2), o ano aceitável do resgate (o tempo da graça enquanto tem vida no corpo), enquanto estivermos na terra em nosso corpo temos direito de resgate, pedindo a Jesus que nos salve e nos liberte (Hb 9:27-28), após a morte, se não pedirmos o resgate, ficaremos nas mãos de quem nos comprou (Jo 12:31-16:11 e II Co 4:4). O homem vai ao inferno porque não negociou o resgate de sua alma no ano aceitável (quando estava em vida carnal).

 

A escravidão da Liberdade

  • Qual foi a sedução da Serpente a Eva?
  • Ser igual a Deus?
  • Isso é pecado?

Ela seduziu Eva por algo que eles já tinham sido criados para ser - imagem e semelhança de Deus (Gn 1:27).
 O pecado estava na oportunidade deles receberem algo de Deus sem “precisar” do próprio Deus (Gn 3:6). “No dia em que você fizer, então será.”(Gn 3:4) - expectativa futura no lugar da perspectiva eterna.
 Adão e Eva já recebiam de Deus o conhecimento do bem e do mal,  em porções diárias e na dependência Dele. Gn 2:15 e 3:8.

 

O pecado é querer receber isso (o que Deus ja ofereceria) fora da relação com Ele, ou seja, ao invés disso que recebemos ser o fruto de um relacionamento com Deus, se torna o fruto de minha própria independência dEle.

Tudo o que Deus fez é bom. E a árvore também era boa. O pecado era a cobiça do que o fruto poderia oferece-los, isto é, um entendimento, e não conhecimento. Era o que eles poderiam conseguir além de Deus - o que Deus tem.

Essa foi a mesma cobiça que satanás teve.

Em um certo momento na eternidade, ele deixou com que o serviço que ele fazia a Deus não fosse mais o fruto de sua própria admiração a Deus. Ele deixou seus reais afetos, mas continuou fazendo. Is 14:13-14

Deixou seu primeiro amor e o evoluir disso fez com que ele tirasse uma conclusão (demoníaca) a partir de um entendimento que ele teve.

 

Como isso foi impresso no mundo?

Então, qual o maior vício/escravidão do ser humano?

  • Não é uma coisa, mas uma forma de pensar/viver que nos inclina a várias tipos de vícios.
    • Atualmente vemos isso através da construção cultural nas famílias pelo uso da televisão desde a infância, vemos distrações em bilhões de horas de conteúdos fúteis e irrelevantes e entretenimentos nas redes sociais usando um dispositivo que cabe no bolso e leva para qualquer lugar, temos hoje prazeres portáteis em apps e jogos que produzem dopamina rápida e até criamos dependência emocional em amores platônicos ou por IA.
    • Trocamos horas de vida por isso.
  • Dinâmica:
    • Pesquisar sobre vício em celular nas crianças até jovens e potenciais riscos.
    • Pesquisar % crescimento de depressão e ansiedade nos dias de hoje.

As consequências:

" No dia que eu fizer, eu serei..."

Esse tipo de pensamento gerou em nossa mente uma dispersã completa. Ao inves de vivemos plenamente HOJE(o unico dia que existe), vivemos para amanhã, ou por causa de ontem, hora pra fazer valer o amanhã na expectativa futura de possuir o reconhecimento de nossos acertos, e hora pra compensar o ontem na tentativa de não receber a consequência de nossos erros > deixando anossa mente carregada demais para viver o presente.

  • Fizer: O que fiz trás culpa e isso gera a depressão.
  • Serei: O que farei ainda não existiU, mas essa grande expectativa gera a Ansiedade.
  • Hoje: vivemos tentando compensar nossas culpas e esperando reconhecimento daquilo que podemos fazer ou fizemos.

 

A escravidão da liberdade então é quando Satanás usa da nossa própria liberdade para nos tornar escravos naquilo que nos sentimos livres para fazer mas não nos convém. (Ico 6:12 e Rm 7:15-17

Esse então é o engano do pecado. (Hb 3:13 e Rm 7:11).

 

Liberdade da Liberdade

João 8:36: " Se Cristo vos libertar verdadeiramente sereis livre."

  • Rm 7:4
  • Rm 12:1
  • Rm 8:13-14
  • 1 Co 2:16
Princípios

Princípios

Dinâmica

Todos fecham os olhos e iniciamos uma introspecção ou visualização de como seria se tivéssemos nascido no tempo de Adão no princípio do mundo, ou seja, sendo um dos filhos dele, as únicas instruções recebidas de Deus foram:

  • Gn 2:16-25
  • Gn 3:16-21

Situações para analisarem:

(Foco: voltar a mente ao princípio e interpretar nele a decisão de como agir nas seguintes situações).

  • O irmão acabou de assassinar seu outro irmão e ele foi punido por isso, porque? Se não havia lei alguma que o proibisse?  (Resposta: Foi Deus quem deu a vida, então só Ele pode tirá-la.)
  • Todos estão oferecendo à Deus o dízimo de suas primícias da colheita do ano, você também irá? Por qual motivo se não há nenhuma obrigação ou lei para tal ato? (Resposta: Gn 2:8-9, Deus deu o fruto para comer primeiro e depois plantá-lo novamente, foi Ele que deu primeiro, por isso o dízimo é uma devolução como agradecimento e reconhecimento da dependência de Deus).
  • Seu amigo quer se separar de sua esposa e te pediu um conselho, o que falaria já que não há uma lei sobre isso? (Resposta: Gn 2:21-25, os dois se tornam uma só carne e portanto isso é indivisível).
Dinâmica aprofundada:
Seleção de 6 voluntários o qual cada um terá uma função, sendo elas:
  • Agricultor: profissional de ervas e plantas
  • Ourives: profissional que trabalha com ouro e outros metais preciosos
  • Pastor de ovelhas: cuidador de ovelhas que guia e protege o rebanho
  • Olericultor: responsável por hortaliças - verduras e legumes
  • Fruticultor: responsável pelo cultivo de frutas
  • Marceneiro: profissional que trabalha com madeiras para fabricar móveis e peças variadas.
Cada uma dessas pessoas terão que oferecer algo para apresentar diante de Deus. O que você apresentaria no lugar delas?
  • Se a resposta for o fruto do seu trabalho, mesmo sendo o melhor do que sabe fazer, somente a oferta do pastor de ovelhas seria aceito. Porque?
  • Somente a oferta do pastor de ovelhas é que foi aceita . E isso não foi pelo capricho de oferecer o melhor esforço de seu trabalho, mas por causa da sua fé que testemunhara a sombra de algo que estava por vir, isto é, o Cordeiro de Deus morto que tira o pecado do mundo. O pastor de ovelhas ao sacrificar um cordeiro foi profético, e pré-anunciou uma revelação vindoura. Um sacrifício capaz de torná-lo justo. Não mediante um capricho de uma oferta muito bem preparada. Mas mediante a fé na história que seus pais, Adão e Eva, contara: "quando pecamos, nós, que éramos agricultores do jardim de Deus, fizemos vestimentas de Figueira pois éramos especialistas em plantas, para encobrir a nossa nudez/vergonha diante de Deus, afim de que ele não nos condenasse pela nossa impureza, mas o senhor Deus rejeitou aquelas vestes, elas não foram suficientes para cobrir nossa vergonha e então Ele providenciou uma vestimenta sacrificando um animal para que a sua pele cobrisse o nosso pecado. Foi necessário a morte de um animal para que nós pudéssemos ficar diante de Deus com nosso pecado acobertado.
    1. Porque então a oferta de Caim não foi aceita?
      1. A oferta de Abel foi considerando o princípio, assim como ouviu de seus pais sobre como Deus sacrificou o primeiro animal para cobrir a vergonha deles, o pecado, assim Abel entregou para Deus da mesma oferta, com fé, para expiação de seus pecados, mas Caim quis oferecer para Deus o melhor do fruto de seu trabalho, daquilo que ele poderia garantir que faz bem feito e por isso não foi por fé, acreditando que Deus receberia algo material pela sua qualidade, esquecendo da intenção de seu coração.

Princípio: hebraico berē'shîth, grego archē, significa: Início, origem, base, começo.

Para se construir uma casa, deve-se fazer uma boa estrutura, assim a casa será construída com segurança e corretamente, assim são os princípios, se tivermos os princípios instituídos por Deus desde os fundamentos do mundo construiremos nossa vida em benção e obediência.

Leis: Existem dois tipos de lei, a lei de natureza e a lei de combinado/moral. Um exemplo de lei de natureza é a lei da gravidade, que não muda e todos estamos sujeitos (quando pulamos caímos para baixo, e não pra cima). Um exemplo de lei de combinado é regras impostas pelos homens para o bem-estar do convívio em sociedade. A lei de Moisés era uma lei de combinado, e não de natureza. Exemplo: afastem-se dos leprosos para eles não contaminarem toda uma etnia.

 

Analise os textos e verifique o que tem em comum:

  • Mt 19:4
  • Mt 19:8
  • Resposta: Mostra que os fariseus interrogavam Jesus apresentando as leis e Jesus levava eles aos princípios de Deus antes das leis serem instituídas.

Só existe leis porque alguém quebrou um princípio. A razão da Lei é porque um princípio foi quebrado e daí surgiu a necessidade da Lei. Tenha princípios e a lei estará embaixo dos seus pés, quebre um princípio e a Lei estará sobre a sua cabeça.

Exemplo: Quem deu a vida ao homem? Deus, então por princípio quem é o único que pode tirar sua vida? Deus! Quando Caim matou Abel foi necessário criar uma lei: Não Matarás.

  • Gálatas 3:19: "Qual era então o propósito da lei? Foi acrescentada por causa das transgressões": Transgrediram o que se não havia Lei? A Lei foi dada por causa da transgressão de princípios. Na parte b do versículo mostra que Jesus veio e nos trouxe de volta os princípios instituídos antes da Lei, tornando a Lei obsoleta (Gl 3:16-22). Quando aceitamos Jesus, nascemos de novo e temos nosso caráter moldados pelo o de Cristo trazendo a nós os princípios, e pelos princípios não pecamos porque não faz parte de nossa natureza, mas no dia que pecar, voltamos para debaixo da lei, por quebrar (transgredir) o princípio.

Reflexão:

  • Se estiver no carro com seus filhos e não houvesse lei que obrigasse a usar cinto de segurança caso batesse o carro e seus filhos se ferissem gravemente o sentimento que geraria em si foi da fatalidade de um acidente que pode acontecer com qualquer um e a tristeza de ver seus filhos machucados, mas se houvesse a obrigação do cinto de segurança e você não quisesse colocar nos seus filhos mesmo seu cônjuge avisando para colocar, o sentimento que geraria após o acidente é de culpa, de ver seus filhos feridos e saber que estão assim por culpa sua, por transgredir a lei e agora sofrer as consequências, mas pior que as consequências é sofrer a culpa da transgressão que só é sentida por que havia lei.

Agora que entra a lei de natureza, a lei que dominava a natureza do ser humano antes de Cristo era a lei do pecado, a qual escravizou o domínio sobre o corpo e às nossas próprias vontades, ninguém podia agradar à Deus, ainda que quisesse e se esforçasse (Rm 7:15-24).

Mas após Cristo, o que Ele nos oferece é uma nova lei da natureza, onde o que predomina sobre o corpo é a lei do Espírito (Rm 7:25).

Além disso, seu sacrifício na cruz não foi como o sacrifício de animais que acobertava o pecado e cobria a vergonha, mas sim o perdão suficiente para toda humanidade em todos os tempos, assim se instituiu a Graça, um favor imerecido mas alcançado pela fé. Onde nos tornamos coparticipantes com Cristo da natureza divina.

Pergunta: A graça então facilitou as coisas já que não vivemos debaixo da lei?

Analise o texto e responda a pergunta acima: Mateus 5:21-48

  • Estávamos afastados de Deus, Jesus nos aproximou mais de Deus contudo, com isso: Lucas 12:48b - quanto mais próximo de Deus mais santificados deveremos ser e mais Deus requererá de nós a obediência. A graça requer mais do homem, pois Jesus elevou o nível do relacionamento. 
  • Concluímos então que a graça dificultou as coisas? Não! Concluir isso é o mesmo que dizer que ela nos dificultou agradar a Deus. A graça não dificultou agradar a Deus, apenas tornou aquilo que era impossível ao homem (por estar sujeito a natureza pecaminosa), possível. Pois outrora, debaixo da lei do pecado, ainda que quiséssemos agradar a Deus, não conseguíamos. Mas através da graça, vivemos na lei do Espírito, e quando nos sujeitamos a ela, dominamos com a mente de Cristo o corpo, e conseguimos agradar a Deus. Então a graça nos trouxe para mais próximo de Deus.

A Lei não expressava a plenitude da vontade de Deus pois estava enferma pela carne/pecado.

Depois de Adão o homem se tornou escravo do pecado, nessa condição era impossível exercer domínio sobre si, dessa forma Deus estabeleceu algo transitório.

Analisemos os seguintes textos:

  • Romanos 8:3-15
  • Gálatas 3:1-29
  • 2 Coríntios 3:7-18

Cristo tornou a lei plena (Mt 5:17) porque cumpriu aquilo que ela apenas apontava. O fim da lei não é o caos moral, mas a justiça de Deus mediante a fé.

 

E como isso se dá na prática?

Através de Cristo houve o estabelecimento dos princípios de Deus imprimidos em nosso coração. Agora, através do nosso trabalho racional conduzido pela renovação de nossa mente (que é a mente de Cristo/inclina-se ao Espírito) fazemos de nosso corpo (que se inclina ao pecado) um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus -  Romanos 12:1-2.

 

Estudo de caso: Gn 11:1-9 pela ótica da Lei do Espírito e a lei do pecado

Antes da lei perfeita temos a sombra que era a cidade de Jerusalém, onde havia a lei para prezar pela boa reputação.

Depois veio a lei perfeita = Cristo para implantar a Nova Jerusalém, que preza o caráter.

  • Boa reputação: Podia desejar ou até consumar o ato, importante era não ser pego para não ser punido.
  • Caráter: Se desejar já cometeu adultério.

A Jerusalém não estava edificada na lei perfeita, mas vivia sob o julgo da lei que condenava os atos, mas não o coração.

Pelo coração do homem criaram a torre de babel que é uma cidade onde criam seus próprios meios a fim de subirem para Deus = uma cidade dos homens para Deus, assim como Caim achou que o sacrifício de suas mãos, do esforço do seu trabalho, seria agradável à Deus.

Resultados:

  • O fim de Caim foi edificar uma cidade corrupta. Gn 4:17-24
  • Assim também Babel caiu pois as expectativas eram materialista.

O diabo sempre tenta fazer com que Deus se torne a maior das nossas expectativas:

  • "Deus pode fazer isso"
  • "Com fé Deus pode cumprir isso na sua vida"
  • "Seja obediente e Deus vai realizar seu desejo"

Consequência de ser a maior expectativa é que isso se torna a nossa pior frustração pois tornamos Deus a nossa ferramenta para o sucesso, Deus se torna escravo ou obrigado a cumprir nossos intentos, assim construímos uma Babel até Deus.

Começamos a imaginar que a espiritualidade é para garantir que vamos subir para Deus e não para garantir que Deus habitará com os homens por meio de nós.

 

Para onde a espiritualidade está nos direcionando?

Para uma expectativa futura ou para uma perspectiva eterna?

  • Expectativa futura: A serpente criou isso quando disse a Eva: "No dia que fizer, se tornará" e os homens quando foram construir Babel pensaram: "No dia que construir a torre, chegaremos até Deus."
  • Perspectiva eterna: "João viu uma cidade que descia para estar com os homens" (Apocalipse 21:2-3). Ou seja, a Nova Jerusalém não sobe até o céu, ela desce do céu até os homens, pois é uma cidade de Deus com os homens e não dos homens para Deus.

Nessa perspectiva não vamos ao culto para buscar algo de Deus ou receber de Deus algo, mas para sacrificar o que temos e o que somos em favor dos irmãos.

Enquanto Babel trabalha para ter o deus que merece e ser reconhecido por ele, a Nova Jerusalém trabalha para se tornar o homem que Deus nos fez para ser.

 

A Cultura da Babel: liberdade do direito

A cidade dos homens para Deus traz consigo uma cultura, que é uma forma de agir e pensar, um aspecto cultural, social e moral = mesma linguagem (Gn 11:1). Ou seja, todos falavam a mesma língua. E qual era?

"Subiremos até os céus através de nossos esforços , para que então o nosso nome se torne notório, e jamais se esqueçam quem somos."

Babel foi uma cidade que visava o direito sobre si e sobre o outro e não a justiça de Deus, assim como vemos nos dias atuais.

Para acabar com essa maldade, Deus usou da própria vantagem deles sobre eles mesmo, dispersou essa grande sociedade confundindo as línguas, não apenas no entendimento da fala, mas nas expressões culturais e sociais.

 

A cultura da Nova Jerusalém: renúncia dos direitos em favor da justiça de Deus

O que é a renúncia do direito?

  • Não é nós em favor do direto do outro, mas nós em favor da justiça de Deus = esvaziar-se de tudo aquilo que poderíamos ter direito para manifestar a cultura do reino.

Jesus não buscou salvar sua reputação quando cuspiram em seu rosto, mas sim ensinou a dar a outra face ainda que o outro continuasse batendo, e dessa forma venceu o mal com o bem ainda que a qualquer custo.

Não é dedicar nosso esforço para apontar o erro, porque fazendo isso estaríamos na verdade exigindo o direito do outro acertar quando acertamos mas sim, dedicar nosso esforço para manifestar a justiça. Isso é o jeito certo de se viver, ainda que o outro continue exercendo o jeito errado de se viver.

Não renunciamos para mudar o outro, porque se fizéssemos isso, estaríamos apenas exigindo o direito do nosso acerto, ou seja:

 “Se agora eu acertei, o outro tem que acertar também porque tenho o direito de seu acerto, já que o acerto do outro é a recompensa de meu acerto.”

Isso não é manifestação da justiça, isso é exigência de direito. E a justiça de Deus não se manifesta no direito humano, pois se fosse assim, nosso único direito diante de Deus era a nossa existência ser fulminada diante de sua Presença.

 

Manifestar a justiça de Deus é:

Fazemos o que fazemos não para o outro ser transformado, mas para que EU seja transformado em alguém justo = que manifesta a justiça de Deus, como Ele é.

Dessa forma somos luz na consciência do outro. E ainda que o outro odeie essa luz e tente apagá-la continuando a bater na outra face que oferecemos, quanto mais perto esse mesmo se aproximar, mais iluminado suas obras se tornará. Suas obras serão esclarecidas pela justiça (luz) que há em nós.

Assim manifestamos o reino de Deus, sendo embaixadores de Cristo e peregrinos em terra estranha onde outra cultura reina (babel).

Essa manifestação não se opera cumprindo a lei, mas vivendo andando na graça através dos princípios imprimidos por Deus em nossos corações e alimentado em nossa mente pelo Espírito.

  • Lucas 17:20-21: "Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós."
  • Romanos 14:17-18: "Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens."
Domínio

DOMÍNIO

  • Será que Deus criou o homem para ser dominado?
  • Será que fomos criados de forma tão frágeis a ponto de sermos enganados e atraídos pelo pecado tão facilmente se entregando à ele com tudo que somos?
  • Porque o mundo vive em tão grandes vícios? Apostas, jogos, redes sociais, pornografia, séries e todos outros tipos de entretenimento?
Análise do que a bíblia diz sobre o poder de dominar:
  1. Gênesis 1:26, 29, 30: No princípio Deus deu a humanidade o poder de dominar sobre todas as coisas.
  2. Gênesis 3:16-19 e Lucas 4:6: Contudo devido o pecado a humanidade entregou o domínio a Satanás.
  3. Mateus 28:18 e Lucas 10:19: Jesus restaura o domínio perdido pela humanidade e entrega aos seus seguidores.

Mas então porque ainda hoje Satanás tenta contra nós e ainda consegue possuir as pessoas?

  1. Efésios 6:12 e 2:2, Apocalipse 12:7-12: prova que Satanás está nas regiões celestiais.
  2. Zacarias 3:1 e Apocalipse 12:10: Satanás entra na terra através do direito legal que o próprio homem dá quando peca, faz isso através da acusação diante de Deus e assim invadir nossas vidas
  3. Mateus 12:43-45: Os demônios buscam corpos para permanecerem na Terra
  4. Mateus 9:32 e Atos 10:38: O diabo aflige as pessoas com problemas e doenças para conseguir uma brecha de permanecer em um corpo.

É UMA GUERRA DE PROPRIEDADE: o passaporte da terra é a gravidade, uma existência não pode permanecer na terra se não ter massa física, portanto, os demônios descem das regiões celestiais e invadem a terra buscando formas de permanecer nela, analise o texto abaixo:

  • Mateus 8:29: Mostra a legião de demônios com medo se serem expulsos para o abismo antes do tempo
  • Lucas 8:29-31: Para não ficarem sem corpos pediram para irem a manada de porcos.
O domínio dado a Igreja:
  • Mateus 16:18-19: Jesus devolveu o domínio ao homem, mas não para a humanidade em geral e sim àqueles que o seguem, em nome Dele temos o poder para ter domínio. Marcos 16:15-20

Mas, como pode o homem querer dominar sobre tudo se não consegue dominar a si mesmo?

  • Provérbios 25:28: "Um homem que não sabe controlar as suas emoções e vontades é como a cidade com seus muros derrubados."
  • O homem obtém domínio sobre si quando tem sobriedade, pois na sua falta ele cai na embriaguez, perdendo a capacidade de ter controle sobre suas ações.

Embriaguez x Sobriedade

Embriaguez:

Estado de intoxicação aguda e transitória, alterando funções psíquicas, motoras e de entendimento.

  • Isaías 28:1-13: "erram desorientados nas visões e tropeção no juízo." v. 7
  • Isaías 29:9, exegese: O profeta observa uma paradoxal inércia espiritual: enquanto os indivíduos estão em um estado de "estaticidade" ou "embriaguez", isso não é causado por bebidas físicas, mas sim por uma falta de entendimento e percepção das realidades ao seu redor. O contraste entre a alegria superficial e a incapacidade de clamar por ajuda sublinha a distorção da realidade na qual o povo vive. A embriaguez mencionada sugere uma influência externa que os impede de ver com clareza, culminando em uma cambalear metafórico que destaca a fragilidade espiritual do povo. Essa metáfora é poderosa, pois mostra que, mesmo na ausência de substâncias físicas, a desorientação e a confusão podem imperar nas mentes e corações das pessoas. Portanto, o versículo não apenas diagnostica um problema espiritual, mas convida à reflexão sobre a necessidade de buscar uma verdadeira compreensão e clareza espiritual que vem de uma conexão sincera com Deus. É um apelo à vigilância e à busca de discernimento em um mundo cheio de distrações e ilusões.
  • Lucas 21:34, exegese: fornece uma advertência clara e urgente sobre o cuidado que cada pessoa deve ter consigo mesma em face das distrações da vida. Jesus, ao direcionar suas palavras, está chamando a atenção para a necessidade de autocuidado espiritual em um mundo repleto de tentações e preocupações cotidianas. Os excessos da glutonaria e da embriaguez são mencionados não apenas como questões de moderação, mas como metáforas para uma vida que prioriza prazeres momentâneos em detrimento do foco na espiritualidade e na expectativa do retorno de Cristo. O versículo sugere que as preocupações da vida diária podem facilmente desviar a atenção da preparação para o dia do juízo, que virá de maneira súbita e inesperada, como um laço que captura a presa. A linguagem enfática utilizada por Jesus ressalta a importância de estar em um estado de vigilância contínua – uma prática que envolve disciplina espiritual, oração e reflexão. Aqui, o "coração" é a chave, pois representa o centro do ser onde decisões são feitas; portanto, cuidar dele é primordial para que não se encha de preocupações mundanas que nos afastam da relação com Deus. Em suma, a exortação de Jesus é um chamado à sobriedade, autocontrole e vigilância espiritual, essencial para viver de acordo com a expectativa do Reino de Deus.
  • Apocalipse 17:1-2: embriaguez moral transbordada pela grande meretriz, aquela que influencia as nações.

Sobriedade:

Equilíbrio emocional e mental, moderação, comedimento, simplicidade, construção de um estilo de vida consciente.

  • I Pe 1:13: A chamada à sobriedade espiritual destaca a necessidade de autocontrole diante das tentações e distrações do mundo. Assim, os crentes são encorajados a colocar toda a sua esperança na graça que está sendo revelada em Cristo, demonstrando que a consciência da graça de Deus deve moldar a forma como vivem.
  • I Pe 5:8: Essa passagem nos lembra da importância do autocontrole e da autoavaliação na vida espiritual, instando-nos a permanecer alertas e dependentes da força divina para resistir a tais tentações.
  • II Tm 4:3-5: Atualmente a facilidade no acesso de "mestres" que ensinam aquilo que nos agrada é tamanha a ponto de poder vê-los e ouvi-los a qualquer momento e em qualquer lugar na palma de sua mão isso é a embriaguez doutrinária o qual o mundo tem se servido e até a igreja tem provado. O chamamento à sobriedade nesse contexto implica na vigilância e equilíbrio para evitar ouvir doutrinas hereges e meias verdades que hoje temos acesso com tanta facilidade.
  • I Co 15:33-34: A "sobriedade" é apresentada não apenas como a ausência de embriaguez, mas como uma atitude de autocontrole e clareza de pensamento, especialmente diante da crise de fé que estava assolando a igreja em Corinto.
O mundo atual

O mundo hoje cria tantas distrações e formas de prazeres fáceis e rápidos além de portátil (celular) que nos tem embriagado a ponto de deturpar nossa consciência nos fazendo viver fábulas da nossa própria mente do que estar presente no presente.

Quanto tempo conseguimos ouvir alguém sem se distrair?

Segundo estudos nosso tempo de atenção a apenas uma tela reduziu drasticamente ao longo dos anos, onde em 2004 era de 2,5 minutos para 47 segundos em 2020.

Se estamos dispersos a perder o foco em 40 segundos ao que vemos com os olhos, imagine como dispersamos por aquilo que não vemos fisicamente, a atenção ao Espírito Santo.

Atualmente temos visto notícias que a geração Z em sua maioria deixou o hábito da geração anterior de consumir bebida alcoólica, de virar a madrugada em baladas, preferem hábitos mais saudáveis, mas isso então significa que alcançaram a sobriedade? Não, apenas se embriagam de outros vícios, vícios esses mais agressivos que o álcool e as drogas, algo que traz dependência e depressão na sua falta, a dopamina gratuita através do que uma tela pode proporcionar.

  • I Tessalonicenses 5:19: Nossa comunhão em Espírito que deveria o andar em Espírito em todo tempo está se tornando extinta por andarmos dispersos.
  • Gálatas 5:16 e I João 5:4: A fé para os hebreus visualmente era como uma estaca que fixava na rocha. A questão é: como vivemos pela fé, ou seja, nessa firmeza se vivemos dispersos? Essa embriaguez da atualidade é a forma que Satanás está tirando de nós o domínio, não se trata mais do domínio sobre todas as coisas, mas sim sobre o domínio de si mesmo.

O domínio próprio é um fruto do Espírito, não é algo produzido apenas por meio de um esforço carnal, mas é o fruto da comunhão com o Espírito, o andar em Espírito, que só é possível através da fé e obediência.

Quem tem ouvidos, ouça (pois nem todos que tem ouvidos, ouvem). E:

Hoje, se ouvirdes a voz do Espírito, não endureçais o vosso coração - HB 3:7-19.

O homem que alcança o domínio de si através da comunhão do Espírito fará obras como Jesus fez, através de seu nome terá domínio para servir aos outros sendo exemplo e sendo suporte.

 

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Igor Freire

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